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O programa assenta em vários princípios de acção que garantem a coerência da estratégia de intervenção e a eficácia das acções a serem desenvolvidas na implementação do programa. Assim, falamos no Princípio de Subsidiariedade que se materializa através da procura de respostas próximas das populações racionalizando sempre que possível, os recursos locais agir localmente. O Princípio da Integração na medida de encontrar intervenções integradas para os problemas multidimensionais apelando à participação dos vários sectores e agentes sociais. O Princípio da Articulação desenvolve-se através da promoção de acções concertadas entre as várias entidades, de projectos e medidas impedindo lacunas e sobreposições de acções. Cabe ainda acrescentar que a viabilidade destes princípios depende em boa medida da efectiva participação e implicação de todas as entidades e populações locais é nesta medida que assenta o Princípio da Participação. Por último, o Princípio da Inovação, traduz-se na adopção de metodologias de trabalho flexíveis descentralizadas e desburocratizadas que motivem a participação das comunidades locais.
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